Janeiro e Fevereiro, ou melhor, até o Carnaval, é a época oficial das férias de verão por aqui e, por isso, resolvi dar mais uma dica de leitura leve e descontraída, perfeita para acompanhar os dias de ócio: Comer, Rezar & Amar, de Elizabeth Gilbert, que deu origem ao filme homônimo, protagonizado por Julia Roberts e lançado no ano passado.

 

 

Acabei de ler o livro somente na semana passada, apesar de já ter começado e parado várias vezes durante o ano passado, e acho que é uma obra para ser lida assim mesmo, sem pressa, de acordo com o seu humor do momento.

A história é baseada na vida da própria autora, que era uma mulher muito bem sucedida, tanto profissional quanto pessoalmente, porém se encontrava infeliz com sua vida e suas escolhas até aquele momento. Em busca de respostas, ela largou tudo e passou um ano viajando pelo mundo, mais especificamente para 3 destinos: Itália, onde foi para aprender a língua e descobrir os prazeres do paladar, Índia, onde foi à procura de crescimento espiritual e, por fim, Bali, onde aprendeu a se entregar novamente ao amor.

De modo geral gostei bastante, especialmente dos capítulos sobre sua estada na Itália e em Bali, mais dinâmicos e leves. Dá uma super vontade de viajar, voltar à Roma e provar novamente aqueles gelattos deliciosos, pastas suculentas, visitar os monumentos magníficos e não se cansar de observar as pessoas, que são verdadeiramente únicas! E também vontade de conhecer Bali, que está na minha lista de próximos destinos com certeza, pois quero explorar muito mais o oriente, que é fantástico!

Alguns trechos do livro são, de fato, meio maçantes, afinal a autora passou por uma grande depressão e esta viagem foi também sua recuperação da escuridão onde ela se encontrava, sendo de certa forma complicado de entender para quem nunca passou por isso, mas que gera uma certa simpatia. Mas, é ótimo para aprender um pouco do que se passa na mente das pessoas, entender as diferentes culturas religiosas e conhecer novos personagens, o que é sempre muito divertido.

O filme muda alguns bons trechos do livro, naturalmente, e eu gostei dos dois, cada um à sua maneira, mas ainda prefiro a versão em papel, onde podemos dar asas à imaginação.

Fica a dica então queridos, espero que gostem também!

Beijocas,

Roberta Carlucci