Hoje é dia de mais um post do glorssário de moda aqui do blog e vamos continuar a falar sobre calçados. Confiram!

Espadrilles Mymu, Oxford Church’s e anabela Tabitha Simmons, todos do Net-a-Porter. Sandália plataforma da Botanopé.

  • Espadrilles (pronunciado “espadríes”) são estes sapatos feitos com o solado de corda e, normalmente, corpo de pano. De origem espanhola, começaram a ser fabricadas na Cataluña, no século XIV. Estes sem salto aqui no Brasil são conhecidos como alpargatas, porém existem versões em anabela e outros modelos do mesmo estilo que quando possuem solado de corda podem ser classificados como espadrilles também. É um sapato bem verão, para usar com vestidos, saias rodadas, shorts e afins.
  • Sapatos tipo Oxford são mais um dos itens que roubamos do armário masculino e são este modelo fechado, amarrado, no qual a gáspea (a parte que fica sobre o peito do pé) e o traseiro se sobrepõem às laterais. A gáspea é formada por duas peças, onde a biqueira fica sobreposta à segunda. A princípio em versões sem salto, mais difíceis de usar por nós mulheres brasileiras (a.k.a baixinhas e de pernas grossas), agora vêm também com saltinhos muito bem-vindos, finos ou grossos.
  • Sandália plataforma. O solado plataforma, super querido por muitas brasileiras, é este que acompanha todo o solado do sapato. Em versões de mandeira, cortiça, borracha e outros materiais, são modelos bem informais e mais adequados para usar nas horas vagas com jeans, vestidos, saias e assim por diante.
  • Sapato bicolor anabela. O solado anabela (wedge, em inglês), diferentemente do plataforma, só começa depois da planta do pé, ou seja, é o solado que preenche todo o espaço de um salto normal sem elevar a parte da frente. Este tipo é mais delicado do que o solado plataforma, porém ainda mais informal que o salto fino, e pode ser encontrado em sandálias e sapatos como este da foto.

Até o próximo,

Roberta