A viagem foi de férias, mas claro que meu radar estava mais do que aceso para as pessoas, os costumes e a moda da Tailândia, país maravilhoso que visitei por 12 dias agora em Março.

Neste post, um pouco da cultura de moda sob o meu ponto de vista e das coisinhas que eu trouxe de Bangkok (me recuso a chamar de Banguecoque, rsrsrs)!

Todos comprados no weekend market!

As pessoas por lá são bem misturadas: no metrô, do trabalhador mais simples de calça de tecido ao alto executivo de terno grifado, todos andam juntos e convivem numa boa. Milhonários andam com seus carrões pelos becos mais obscuros, comem nas barraquinhas da rua e andam sem medo, coisa que nos surpreendeu por lá: apesar da pobreza, é um lugar muito seguro. Nunca nos sentimos ameaçados.

O povo tailandês não tem qualquer preconceito contra as mulheres, então o dresscode era bem tranquilo para andar pela cidade, a não ser dentro dos templos e lugares sagrados, onde os ombros e as pernas devem sempre estar cobertos.

A roupa lá é bem ocidental, com excessão dos locais e eventos típicos onde as mulheres se vestem com a indumentária tradicional (saias trespassadas bordadas com motivos locais, blusas tipo quimono, muitas flores na cabeça e bastante perfume). Não vi no dia a dia muitas tendências ou pessoas super estilosas na rua, até porque a população é mais simples mesmo, optando pelo básico jeans, camiseta, chinelo, tênis, vestidinhos, sandálias, shortinhos e afins.

Estas eu comprei para a minha casita! 🙂

Na cidade, as mulheres gostam muito de tamancos e mules, isso me chamou muito a atenção. Normalmente de tiras bem finas e saltos médios e finos, os mules iam do trabalho para os restaurantes mais badalados. Algo que aqui não é muito comum, lá é ultra-chic!

Os monges vestem sua típica roupa laranja, um tecido longo e grosso amarrado de forma peculiar. Todos de cabelos raspados e andando de chinelos simples ou descalços, sempre muito sorridentes. Alguns com celular ou laptop na mão, eles circulam livremente e têm até lugar reservado no metrô.

Para presentinhos mais especiais, lenços típicos teados a mão. Eu fiquei com este verde que está fora da embalagem!

O luxo lá é caro, especialmente para eles, cuja moeda, o Thai Baht, é bastante desvalorizada. Todas as grandes marcas como Chanel, Balenciaga, Gucci, Dolce & Gabbana e Louis Vuitton estão bem presentes, mas as roupas e acessórios tem um preçinho mais salgado do que na Europa ou nos EUA.

Os shoppings e lojas de departamento são gigantescos e luxuosos, oferecendo uma gama super legal de produros nacionais e marcas do mundo todo.

Um dos produtos chave do país é a seda, uma das melhores do mundo. Muitas tecelagens ainda usam o processo manual de fazer as peças e seus lenços são incríveis, macios, praticamente uma obra de arte. E muito baratinhos!

Negociar faz parte da cultura e eles até estranham se você não o faz!

Mas a seda também já virou uma indústria lucrativa e, entre as lojas mais famosas, está a Jim Thompson, que vende almofadas, tecidos (incríveis), lenços, mantas, bolsas e tudo mais com estampas maravilhosas e acabamento impecável.

Também existem produtos maravilhosos de madre-pérola como bowls, porta-retratos, talheres e bijus. Fui obrigada a comprar estes anéis e brincos lindos para dar de presente. Porém para os objetos, os preçinhos, apesar de serem infinitamente mais baixos do que no Brasil, ainda são salgadinhos.

Os quadros e os objetos de madeira encravada também são um capítulo a parte, mas aí para outros papos e posts, né? Este já ficou grandão demais!

Beijocas,