Conheci hoje no Facebook do The Cool Hunter, um dos meus sites favoritos, este quadro com 21 sugestões super interessantes para conseguirmos mais sucesso em todos os aspectos de nossas vidas.
Vejam abaixo a tradução livre que fiz para vocês!
1. Case com a pessoa certa. Esta decisão sozinha irá determinar 90% de sua felicidade ou infelicidade.
2. Trabalhe com algo que você gosta e que é merecedor de seu tempo e talento.
3. Ofereça às pessoas mais do que elas merecem, e faça-o com prazer.
4. Torne-se a pessoa mais positiva e entusiasmada que você conhece.
5. Seja piedoso com você mesmo e com as outras pessoas.
6. Seja generoso.
7. Tenha um coração cheio de gratidão.
8. Persista, persista, persista.
9. Se convença a economizar mesmo que tenha um salário dos mais modestos.
10. Trate a todos que você conhece como quer ser tratado.
11. Esteja comprometido a estar constantemente melhorando.
12. Esteja comprometido com a qualidade.
13. Entenda que a felicidade não está baseada em bens, prestígio e poder, mas sim com os relacionamentos com as pessoas que você ama e respeita.
14. Seja leal.
15. Seja honesto.
16. Seja auto-motivado.
17. Seja decisivo, mesmo que às vezes signifique que você está errado.
18. Pare de culpar os outros. Assuma a responsabilidade por todas as áreas de sua vida.
19. Seja ousado e corajoso. Quando você olhar para trás irá se arrepender mais das coisas que não fez do que daquelas que fez.
20. Cuide bem daqueles que você ama.
21. Não faça nada que não deixe sua mãe cheia de orgulho.
Por H. Jackson Brown Jr.
Se mais pessoas seguissem só algumas destas regrinhas, com certeza viveríamos em um mundo melhor, não é mesmo?
Para pensar (e agir)!
Beijos,
Roberta Carlucci

Durante a consultoria de imagem abordamos, além do biotipo, também o formato de rosto, pois ele, junto com o ponto focal, irá determinar a escolha dos acessórios: formatos, tamanhos, larguras e comprimento, sem contar a escolha dos óculos, tanto de grau quanto os escuros.
Os óculos tem o poder de mudar totalmente nosso rosto, a principal parte de nosso corpo e de nossa imagem. A armação certa pode ajudar a destacar alguns pontos da face, alargar ou afinar, enquanto a armação errada poderá deixá-la sem expressão ou até deformá-la.
Por isso, cuidado ao comprar o óculos da moda ou levar sem provar, pois nem sempre aquele modelo “lindo”, que todos estão usando, combinará com você.
Para facilitar um pouco na hora da escolha, aqui vão algumas dicas:
O rosto quadrado, aquele com maxilar saliente e queixo mais largo, deve apostar em armações que suavizem as linhas retas, como as ovaladas, retangulares e de materiais leves, como o fio de nailon. Os modelos mais claros também são ideais, pois ampliam a área dos olhos e afastam o ponto focal do maxilar.
Já o rosto redondo pede óculos quadrados e linhas retas, que ajudam a afiná-los. Hastes grossas também são uma boa pedida, pois suavizam o contorno da face. Quem tiver o rosto mais “cheinho” deve cuidar com modelos muito pequenos, especialmente nas laterais.
As armações para rosto triangular, aquele cuja a testa é mais larga que o maxilar, devem ser redondas, estreitas ou ovais, preferencialmente estreitas, para que alarguem a parte inferior do rosto, equilibrando o formato.
Por último, o rosto oval, é considerado o formato ideal devido ao equilíbrio entre as larguras da testa, queixo e maxilar e, por isso, aceita vários tipos de armação, inclusive as coloridas. O ideal é optar por uma que não desequilibre o formato já harmonioso, que possui destaque igual para olhos, nariz e boca. Normalmente fica bem com armações redondas, que emolduram muito bem o rosto.
Outro cuidado, além do formato, é com a proporção entre o tamanho do óculos, do rosto e do corpo. Por exemplo: pessoas mais baixinhas devem tomar cuidado com armações muito grandes, assim como as pessoas muito magrinhas e delicadas.
Já as altas podem apostar em modelos maiores e exóticos, pois se a armação for pequena demais irá “desaparecer” em seu corpo, comprometendo seu visual. Cuidado somente para não serem chamativos demais, roubando a atenção toda de você.
E, por último, um ponto importantíssimo: procure não cubrir as sobrancelhas ou deixá-las muito distantes do óculos. Elas são o principal ponto de expressão do rosto e devem estar a mostra, em harmonia com o modelo da armação.
Além destas dicas, claro, o mais vital é você se sentir bem com o que vê, ou seja, experimente várias opções e não economize tempo observando-se no espelho até achar o modelo que mais lhe favorece!
Beijocas,
Roberta Carlucci
Um dos segredos que ensino à minhas clientes durante a consultoria e que todas adoram é o truque da 3a peça, que é super simples mas tem um efeito incrível sobre qualquer produção.
O truque é o seguinte: sempre que adicionamos uma 3a peça a um look, subimos a formalidade dele, tornando-o mais interessante e elegante.

Cardigan, blazer, colete, lenço, trench-coat…inspirem-se!
Imagine só o look mais clássico de todos: calça jeans + t-shirt. Se adicionarmos a ele uma jaqueta de couro, ou blazer, uma echarpe ou um colar…voilá! Teremos um look um grau mais formal e mais completo, sem perder a simplicidade e com o mínimo de esforço.
Um vestido de malha pode ser transformado com um foulard colorido amarrado como maxi-colar (tem um vídeo meu de como fazer aqui), um look de trabalho com calça social + camisa fica mais interessante com um casaqueto ou cardigan, nem que seja amarrado sobre o ombro, um look de saia longa com blusinha de alça será complementado por um cintão, e por aí vai.
São terceiras peças: blazers, cardigans, coletes (ótimas 3as peças de verão), jaquetas, casaquetos, spencers, boleros, lenços, echarpes, foulards, colares (de efeito) e por aí vai. A sobreposição de camisa por cima de blusinha também vale.
Alguns itens que também complementam os looks e já valem como uma pitada de “interessância” são um cinto/faixa, relógio (bonitão!), brincão, pulseiras/braceletes, broche, chapéu, bolsa, maxi-óculos escuros, detalhe na cabeça (gancho, flor, lenço), um sapato de efeito (colorido, metalizado, etc.) e assim por diante.
E esta regrinha também vale para os meninos (eba!): camisa sobre camiseta, blazers e jaquetas, suéteres amarrados no pescoço, coletes, cardigans e afins, sem contar com um bom relógio, óculos ou chapéu, todos são super “upgraders” de look, além de serem uma ótima oportunidade para adicionar novas texturas, cores e estampas às produções masculinas – normalmente mais básicas -, não é mesmo?
Enfim, esta é uma regrinha bem fácil e eficiente, que garante um acabamento final ao look.
E agora, vamos colocar em prática?
Beijocas,
Roberta Carlucci
Olá meninas!
Meu nome é Samantha, sou maquiadora profissional e a partir de agora terei o prazer de escrever sobre o assunto pra vocês aqui no blog da queridíssima Roberta, minha amiga de adolescência tão querida e talentosa.
Bom, pra começar bem, vamos falar de um dos essenciais do mundo do make, o corretivo.
No meu trabalho como maquiadora ele é um dos assuntos mais polêmicos e controversos que existem. A maior reclamação que ouço das minhas alunas nos cursos de auto make e das clientes em geral é que elas não se adaptam a nenhum corretivo que elas já tenham testado. Sempre acham que não cobre tudo, que fica “encraquelado”.
Bem, vamos dizer que existem alguns fatores aí, talvez os primeiros sejam o não passar o produto corretamente e não usar os truqinhos básicos para melhorar o aspecto da pele corrigida.
Quando mais fundas suas olheiras e/ou manchas, mais você deverá investir no uso. Ou seja, mais produtos, ou um produto mais condensado que tende a acumular, então deve haver uma maior preparação da pele para o uso do corretivo.
O primeiro passo obviamente é a limpeza e a hidratação da pele. A pele abaixo dos olhos é muito fina e sensível, então deve estar hidratada preferencialmente com um produto específico para área dos olhos.
Após, se for habitual, também aplicar um bom primer, que vai suavizar as linhas de expressão e deixar a pele mais lisa, impedindo o produto de “craquelar” rapidamente.
E, finalmente, vem a aplicação do corretivo em si (líquido, cremoso ou até em pó), que pode ser feita com pincel de corretivo ou com os dedos mesmo. Vai da habilidade, textura de produto e preferência de cada uma. Eu costumo aplicar primeiro com o pincel e assentar com os dedos depois, já que os dedos têm calor e espalham melhor as partes que ficam acumuladas.
Mas, qual escolher?
Bem existem muitos no mercado, mas aqui vai uma dica de profissional: corretivo bom é um investimento! É o tipo de produto que é melhor comprar um mais caro de uma marca bem falada a um desconhecido e baratinho.
A fixação de produtos mais elaborados feitos com uma boa tecnologia e em um bom laboratório é melhor, o aspecto, tudo. E isso obviamente se reflete no preço, além da marca, claro.
Então aqui vai uma listinha dos meus favoritos e dos mais usados em backstages e os mais bem falados nos blogs de beleza:

Laura Mercier Secret Camouflage: ótimo para machas e vermelhidão, muito usado pelos maquiadores de moda.

Bobby Brown Creamy Concealer: o produto “não posso viver sem” da própria Bobby, maquiadora fundadora da marca, e também unanimidade entre blogueiras de beleza como um verdadeiro tapa-tudo.

Cle de Peau Concealer: um dos mais finos e caros do mercado, usado por hollywoodianas e editoras de beleza de revistas femininas.

M.A.C. Select Cover-Up: o melhor da M.A.C, cobre sem pesar como o studio finish.

Chanel Correcteur Perfection Long Lasting Concealer: muito bem falado, textura leve e aspecto pele de pêssego, quem não quer? E é Chanel, né? Sem mais.
Beijos,
S.
Semana passada colaborei com uma matéria super interessante para o site da revista Exame, da editora Abril, sobre como se vestir adequadamente nas diferentes ocasiões presentes na vida de um empreendedor: reuniões de negócios, captação de investidores, eventos para networking formais e informais, dia-a-dia de trabalho e mais.
Junto com as colegas Bia Kawasaki e Fernanda e Cristina da Oficina de Estilo, dei dicas bem práticas para não errar e estar mais seguro com sua imagem neste mundo mais que competitivo.
Vejam só o resultado!
Para ver a matéria no site da Exame, cliquem aqui!
Beijos,
Roberta Carlucci
Perdi a conta da quantidade de emails que já recebi de pessoas pedindo conselhos para começar na profissão de personal stylist ou consultor de imagem.
Algumas mais focadas, outras nem tanto, as pessoas ainda ficam bem perdidas na hora de começar nesta área ainda tão nova aqui no Brasil.
Por isso, resolvi levantar aqui alguns pontos e dar algumas dicas para quem está querendo se voltar para este ramo, vindo de outras áreas como eu ou não.
Vamos lá?
1. Você sabe do que se trata?
Em primeiro lugar, é super importante saber o que é ser um personal stylist. Muita gente quer “trabalhar com moda” e se volta para esta área específica dentro deste enorme universo sem saber do que se trata, porque “não precisa saber desenhar” ou porque simplesmente gosta de roupas, de tendências e de vestir amigos.
A consultora de imagem trabalha muito mais com o ser humano do que com a moda em si. Nosso objetivo é traduzir a personalidade, os objetivos e o universo de uma pessoa para sua imagem pessoal, processo realizado através de muito estudo, técnicas de análises teóricas e visuais, conversas e muita observação, até que o cliente se sinta confortável com a mensagem que projeta para o mundo.
Lidamos, sim, com roupas, mas a imagem é muito mais do que isso: envolve etiqueta, comportamento, linguagem, auto-estima e por aí vai.
2. É preciso ter uma boa formação!
Por lidarmos com um assunto tão sério como a imagem de uma pessoa, é preciso estudar e praticar muito antes de “colocar a mão na massa”. Só gostar de roupas e ter bom gosto não é suficiente, afinal o bom gosto é totalmente relativo e o maior desafio do personal stylist é justamente se desprender de seu gosto pessoal e entrar no universo do cliente, procurando entender de onde ele vem e para onde ele vai, como se enxerga, suas inseguranças e objetivos. E, para isso dar certo, é preciso ter uma base técnica bem desenvolvida.
Não existe ainda uma universidade de Consultoria de Imagem, portanto o profissional que deseja começar nesta área deve ir atrás de cursos específicos, tanto focados para consultoria quanto dentro do universo da moda, psicologia, linguagem não-verbal, marketing pessoal e afins.
Se você tiver uma formação em outra área antes ou até mesmo em outro ramo da moda, ótimo. Todo e qualquer conhecimento é bem-vindo e nunca será perdido.
O mais importante nesta etapa é fazer bons cursos, com profissionais experientes, que saibam do que estão falando.
3. Cursos que eu recomendo
No Brasil:
No exterior:
Vale ressaltar que o consultor de imagem precisa estar constantemente se atualizando, lendo e se especializando, ou seja, é uma formação para a vida toda, assim como em outras profissões. Leia livros, freqüente sites, blogs, eventos e desfiles, promova a troca de informação entre outros consultores e pessoas da área. Afinal, conhecimento nunca é demais!
4. Antes de tudo, cuide da sua imagem!
Será que você passa uma imagem de consultora de imagem? Será que você tem autoridade, conhecimento e informação suficiente e demonstra isso através de sua imagem pessoal? Como será que as pessoas a vêem? Elas já a enxergam como alguém que poderia lhe guiar neste sentido?
É muito importante avaliar sua imagem e sua postura antes de começar a trabalhar como consultora. Afinal, de nada adianta você querer passar o conhecimento para outro alguém se você mesma não o aplica, né?
Aproveite para usar na prática o que aprendeu nos cursos que fez e nos livros que já leu em si mesma, testar o que funciona para você e o que não, fazer exercícios em seu armário e assim por diante. Se puder, faça uma consultoria com outra consultora mais experiente para ver como é ser o cliente, entender como funcionam os processos e aprender com outros pontos de vista. Que tal?

5. Para começar a trabalhar
Depois de fazer cursos de consultoria, se especializar nas diversas etapas do serviço e cuidar de sua imagem, é hora de começar a trabalhar de verdade.
Antes de qualquer outra coisa, é importante definir que tipos de serviços você irá oferecer (pacotes, preços, etc.), suas formas de apresentação (currículo, site, email, cartões e papelaria em geral), formatos de books e dossiês, propostas, providenciar os materiais necessários para fazer a consultoria (máquina fotográfica, kit de coloração, materiais de apoio, etc.) e assim por diante.
Procure ajuda de outros profissionais se necessário (designers, gráficas, assessoria de imprensa) e vá a luta!
E lembre-se: o profissional consultor de imagem é liberal, ou seja, trabalha normalmente por conta própria em seu escritório ou de casa. É preciso bastante disciplina e paciência para começar e continuar trabalhando, pois você será seu chefe, incentivador, crítico e próprio consultor.
Ame a profissão, o que você faz, que tudo vai dar certo!
6. Conseguindo clientes
Antes de qualquer cliente, é preciso ganhar experiência prática: comece fazendo consultorias para seus amigos e familiares, e depois outros clientes virão.
Identifique seu público-alvo: com quem você se relaciona mais facilmente? Adolescentes, adultos, classes sociais. Afinal, assim como o cliente deverá gostar de você, você também precisará gostar e se identificar com ele para que seu trabalho tenha o melhor aproveitamento possível.
Investir no seu networking é sempre uma boa estratégia (mande emails para seus amigos, por exemplo, para que eles saibam que você está trabalhando com isso e possam indicá-lo), procure parcerias com outros profissionais, lojas e sites, enfim, comece a colocar a cara à tapa!
E lembre-se: o atendimento primoroso é que irá garantir indicações, o melhor marketing que existe, e novas consultorias. Portanto, mais importante do que se promover, é fazer um ótimo trabalho, saber do que está falando e surpreender o cliente.
7. Ética na profissão
Já existem outras pessoas nesta área com mais experiência e mercado que você, ou seja, lembre-se sempre de respeitá-las e de buscar aliados, nunca inimigos.
Se quiser fazer uma pesquisa de preços, prefira ser sincera: está começando, precisa de ajuda? Todos já passaram por isso. Seja humilde e verdadeira, que pessoas com certeza lhe respeitarão muito mais e lhe ajudarão.
E não se preocupe: cada consultor tem uma personalidade, formação, preços e um estilo diferente, ou seja, existem clientes para todos. Uns irão se identificar mais com você, outros com outros. Acostume-se a receber nãos, a perder para a concorrência e não se culpe, pois é assim mesmo. Concorrência é saudável, faz parte do capitalismo e nos incentiva a ser sempre melhores, a nunca nos acomodarmos.
Por isso mesmo nunca, sobre hipótese alguma, copie (preços, propostas, estilos, serviços, sites e afins). Se você não tiver autenticidade, um diferencial, não se destacará na multidão. Procure mostrar suas qualidades, se valorizar pelo que você é e não pelo que os outros possuem.
Caso queira fazer um benchmarking (pesquisa de concorrência – quem está no mercado, o que fazem, formação, experiência, preços), seja sincera, apresente-se e procure não fugir muito dos valores de mercado de sua cidade ou região: cobrar preços muito baixos só irá desvalorizar seu trabalho, enquanto muito altos poderão lhe distanciar de possíveis clientes. Aqui, mantenha-se dentro do universo de seu público alvo também, claro.
Ah, e preços não são chutados! Você precisa saber justificá-los, centavo a centavo, pois os clientes com certeza tentarão negociar. Ou seja, é preciso um estudo de seus custos, gastos e necessidades para chegar a um valor justo e que possa ser cobrado corretamente.
E por fim, nunca fale mal de outros profissionais e muito menos de clientes. Aliás, o sigilo é uma parte importante do nosso trabalho, pois a intimidade do cliente ficará exposta a você e eles precisarão saber que podem confiar em seu bom-senso.
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Gente, existem mais mil e uma coisas que eu poderia falar, mas acho que este é um apanhado geral do que acho que são as maiores dúvidas dos iniciantes. Espero que gostem e usem estas informações! Ah, e divirtam-se!
Beijocas e boa sorte!
Roberta Carlucci

Olá queridos,
Já me perguntaram em algumas entrevistas sobre o que eu considero as principais gafes que as pessoas podem cometer em se tratando de imagem profissional e estilo, e fiquei pensando que nunca tinha tratado deste assunto aqui no blog.
Confesso que é uma pergunta delicada, ainda mais nos dias de hoje onde a liberdade e a individualidade sobrepujam as regras do bem-vestir e da etiqueta, que até então eram praticamente leis a ser seguidas.
Entretanto, em minha experiência como consultora de imagem, percebo que existem certas recomendações que, mesmo que algumas pessoas achem que são demodê, quando não são seguidas sabotam a aparência e causam uma má impressão em quem observa em qualquer lugar e especialmente no ambiente de trabalho, onde estamos constantemente sendo observados e avaliados. E ninguém quer que isso aconteça consigo, não é mesmo?
Então vejam abaixo uma listinha de 10 sabotadores que considero principais, para o ambiente profissional e para a vida!
1. Má educação e ser indelicado com os outros. Para mim, este é o topo da lista. Não adianta você estar impecável, ser linda, rica e bem relacionada se não souber tratar as pessoas com respeito e educação, independente da classe social ou faixa etária. Tudo vai por água abaixo e não existe gafe maior do que destratar as outras pessoas!
2. Cofrinho. Precisa comentar?? Ninguém merece ter que ver o cofrinho alheio. É muito, mas muito desagradável!
3. Barriga aparecendo. Se já é feio nas horas vagas, imagina no escritório? Calça baixa com blusa curtinha, por mais que não esteja aparecendo enquanto você estiver parada, vai mostrar a barriga quando você se levantar, for pegar uma xícara ou se esticar para alcançar uma caneta. Evite o desconforto (seu e dos outros) e passe longe disso!
4. Fios soltos, manchas, bolinhas e tecidos desgastados ou mal-cuidados. Por mais que as pessoas não notem especificamente o que há de errado com a sua imagem, sua aparência como um todo vai passar uma mensagem de desleixo e de pouco cuidado. Nada bom, né? Então é sempre interessante prestar a atenção na qualidade e nos estado das suas peças, ainda mais as do guarda-roupa profissional.
5. Roupas justas e botões estourando. Sabe aquela camisa que encolheu e, quando você fecha os botões, eles parecem que vão estourar a qualquer momento? Que mostram o soutien e achatam os seios? E a calça que repuxa no quadril, marca a calçinha e tranca a circulação? Pior ainda se for social. As roupas devem ser sempre do nosso tamanho, nem justas nem largas. Roupas pequenas, além de serem vulgares, não valorizam em nada seu corpo ou sua auto-estima!
6. Lingerie aparecendo. Claro que, nas horas vagas, se tiver a ver com o seu estilo, você pode arriscar um soutien neon com uma blusa branca para ir na balada ou encontrar os amigos. Mas, no escritório não! Lingerie para o ambiente profissional é invisível, significando beges e cafés por baixo do branco, calcinhas do tamanho certo para não dividir o bumbum, calças de cintura no lugar para não mostrar a calçinha e assim por diante. Please.
7. Jóias ou bijouterias grandes demais ou que fazem barulho. Ninguém merece você estar trabalhando concentrado e ter que escutar o tilintar das várias pulseiras da sua vizinha, do colar que quando ela anda faz barulho ou do anel batendo na mesa. E durante uma apresentação para o cliente, quando o brinco da moça aparece mais do que o rosto dela? Onde você só consegue se concentrar no anel que brilha conforme os movimentos ao invés de no que ela está falando? Nada bom, né? Então não siga este exemplo!
8. Decotes exagerados e comprimentos mini. O comprimento ideal para saias, vestidos e bermudas no ambiente profissional é, no máximo, 3 dedos acima do joelho. Não importa se o ambiente é formal ou informal. Ponto. E a linha limite para os decotes das suas blusas de trabalho é a linha que liga uma axila a outra. Abaixo disso, é possível que seus colegas achem que você quer ganhar a promoção por outros dotes que não a sua inteligência e competência. Machista? Pode ser. Mas não deixa de ser verdade.
9. Unhas descascadas, barbas mal-feitas. Deixam qualquer um com cara de desleixado.
10. Sapatos mal-engrachados, com taquinhos faltando, velhos, com bicos desgastados. Pode estar com o look que for, se o sapato não estiver bem cuidado, tudo vai parecer velho e deselegante!
E que tal fazer um exercício de agora em diante? Passe a observar estes sabotadores à sua volta, vendo a reação que eles geram quando vocês os avistam. Tenho certeza que nenhum de vocês, meus queridos leitores, vai mais cometer alguma gafe dessas!
Beijocas,
Roberta
Cada pessoa tem um corpo com características diferentes, com partes que chamam mais a atenção, com defeitinhos e partes que quer mostrar mais ou menos. Com as roupas conseguimos disfarçar o que não gostamos mais facilmente, mas na praia ou na piscina nossos corpos estão expostos para quem quiser ver e muita gente (para não dizer todo mundo!) fica constrangida na hora de colocar o biquini.
No Claro Rio Summer e em outros eventos de moda praia que aconteceram aqui no Brasil vimos a quantidade de estampas e modelos diferentes (e lindos) que estão espalhados nas vitrines, o que dificulta ainda mais na escolha do modelo ideal.
Pensando nisso resolvi passar aqui para vocês algumas diquinhas de como escolher o biquíni que vá valorizar melhor sua silhueta para todos poderem passarem pelo verão mais elegantes e confiantes. A esolha do biquíni certo faz toda a diferença na sua aparência e auto-estima!
Uma silhueta muito tradicional aqui no Brasil é a pêra ou triângulo, que é caracterizada por quadris largos, pernas mais grossas, peitos e ombros pequenos (em relação ao quadril). As pêras têm a cintura mais marcada, enquanto o triângulo não.
Quem tem estas carcterísticas deve apostar em:
Parte de cima
Parte de baixo
Se você for baixa, fuja de calcinhas de cintura alta ou muito pouco cavadas (achatam as pernas) e aposte em listras verticais que alongam a silhueta.
A silhueta contrária à pêra é o triângulo invertido, onde se encaixam as pessoas que possuem os ombros mais largos que os quadris e, normalmente, têm seios grandes também.
Para pessoas deste grupo o que vale é o contrário das pêras: detalhes e estampas na parte de baixo ( invista sem medo em laços laterais e brilhos) e cores escuras e opacas na parte de cima.
Cuidado especial na hora de comprar o soutiã: compre o tamanho certo que acomode bem os seios, não os sufoque e não os deixe cair!
Os modelos ideiais para pessoas com seio maior são os frente única e meia taça, aqueles com ferrinhos que dão sustentação na parte de baixo. Aposte também em alças mais largas e uma opção boa são as alças cruzadas que dividem o peso dos seios entre os ombros.
Se você for alta, as listras horizontais na parte de baixo trazem a ilusão de mais curvas no corpo. Se seu seio for pequeno, pode usá-las na parte de cima também.
As pessoas sem muitas curvas (ombros, cintura e quadris são basicamente da mesma largura), da chamada de silhueta retangular, devem usar e abusar de laços e esampas para trazer mais movimento ao corpo.
As ampulhetas, ou pessoas com medidas de ombro e quadril semelhantes e cintura marcada, podem usar praticamente todos os modelos. O ideal é não desbalancear, ou seja, se for destacar em cima, destaque embaixo também, sempre com atenção para os detalhes de seio, quadril a barriguinha.
Para disfarçar a barriguinha saliente (em qualquer silhueta) opte por partes de baixo de cintura mais alta (mesmo as baixinhas neste caso) que podem também ser acinturadas com cintinho, ou maiôs (que estão super em alta e são chiquérrimos!). Em ambos opte por tecidos lisos, de cor escura e opacos.
No caso do biquini, opte por poucos detalhes na calcinha, principalmente nas laterais para que estes não acentuem o volume da barriga.
Se escolher maiô, fuja das cavas muito altas demasiadamente retrôs ou muito baixas que achatam as pernocas (ui!). Como estão em alta, existem maiôs na medida para todos os gostos!
Se a sua silhueta for oval, ou seja, seios e cintura mais largos do que os ombros, seu objetivo é alongar o corpo, então opte por pelo maiô, sempre em cores escuras e opacas. Para escolher, use as mesmas dicas de biquini para quem tem seios grandes e barriguinha saliente.
Atenção em todos os casos para biquinis e maiôs apertados!! Não existe coisa mais uó do que peças que ressaltam as gordurihas, néam? Opte por modelos que não te apertem e não tenha vergonha de usar um tamanho maior para ficar mais confortável e elegante. O importante é o biquini ou maiô estar em harmonia com a sua silhueta.
No próximo post vamos falar de acessórios de praia! Até lá!
Beijocas,
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