Se para nós a imagem pessoal já é de suma importância em nosso dia-a-dia e pode decidir ou minar nosso futuro, imaginem só o peso que ela tem para os políticos e outras pessoas públicas, que atingem um público tão amplo e tão heterogêneo quanto a população de uma cidade, estado ou até mesmo de um país inteiro.

Para nós e para eles, não basta ter boas intenções. É preciso passar a credibilidade necessária para o cargo que ocupa ou deseja ocupar, e passar esta mensagem sem causar nenhuma confusão, distração ou dúvida ao observador. Sim, porque nós estamos constantemente sendo observados, não é mesmo?

Veja nosso atual presidente Lula, por exemplo. Por anos tentou a presidência, sem sucesso, chegou longe, mas não ao topo. O que faltou e o que mudou no ano de 2002? Alguns pontos estratégicos, entre eles, a imagem pessoal.

A imagem de Lula antes da presidência.

Sua imagem de metalúrgico era muito otimista, porém a maior parte do povo brasileiro não conseguia enxergá-lo falando com outros presidentes, exercendo o cargo de autoridade máxima e nos representando perante o mundo com seu boné vermelho do PT, de jeans e camiseta, fazendo discursos energéticos de barba por fazer.

Em sua última campanha, sua equipe contratou um ótimo assessor de imagem, que fez uma análise detalhada de sua aparência, de seu perfil e um cuidadoso processo de mudança em sua apresentação de forma geral. Mudou o corte de cabelo, o formato do óculos e da barba, a escolha e as cores das roupas, as modelagens, a postura, a voz e, claro, estas mudanças também se refletiram em seus discursos e em suas atitudes.

Presidente Lula depois da assessoria de imagem.

Assim, Lula se encaixou na imagem de presidente: séria, diplomática e merecedora da confiança dos eleitores, porém sem perder sua personalidade e carisma. Atingindo esta meta, foi eleito de fato com maioridade de votos. O mesmo processo já está sendo feito com a Ministra Dilma há algum tempo, como parte do processo de sua candidatura à residência em 2010.

A imagem pessoal tem o peso de abrir portas ou fechá-las. É a primeira impressão, que vai fazer com que o espectador escute, ou não, ao que a pessoa tem a dizer. Ela pode chamar a atenção de um passante, de uma pessoa trocando os canais da televisão ou pela rua enquanto a personalidade está no palanque. E pode também fechar os ouvidos de quem escuta pois, inevitavelmente, julgamos muito pela aparência.

Em minha experiência com assessoria de imagem para políticos, percebi que perguntas como “Como posso confiar em uma pessoa que tem esta aparência?” ou “Este homem não tem cara de confiável / Esta mulher não me passa autoridade, força, caráter” ou ainda, “Ele está com cara de abatido, como poderá segurar a pressão de governar um país? /Ela está muito à vontade, será que não está levando este trabalho à sério?” são sabotadoras, mesmo quando feitas inconscientemente, afinal, por mais que o discurso seja bom, a credibilidade já foi afetada criando um obstáculo a mais a ser transposto, não é mesmo?

É claro que a roupa está relacionada à imagem de quem a veste, porém não é só o que vestimos que é levado em consideração. Os gestos, tom de voz, o corte de cabelo, a aliança, a escolha das palavras, o óculos e milhares de outros detalhes estão constantemente passando informações a quem nos observa, positivas ou negativas. E, muitas vezes, isso depende ainda da cultura e dos princípios de cada espectador.

Barak Obama, presidente dos EUA, e sua esposa Michelle (posando para a revista Vogue americana), que aumentou ainda mais a popularidade do marido com seu respeitado estilo pessoal.

Estes são alguns dos diversos detalhes que são observados ao se construir a imagem de uma pessoa, mais cuidadosamente ainda quando esta é uma pessoa pública, um político ou personalidade, que será observada e julgado por milhares de pessoas.

É necessário que o espectador consiga visualizar na pessoa pública as qualidades necessárias para esta função, e é imprescindível que esta tenha a clareza do que quer passar a eles, ou seja, tenha um domínio pleno sobre sua imagem pessoal.

Para fazer esta análise e poder usar esta ferramenta poderosa que é a imagem pessoal, é necessário o auxílio de um consultor ou assessor de imagem qualificado, com base técnica e treinamento suficiente para enxergar estes aspectos e sugerir modificações necessárias para que o objetivo seja cumprido e que a mensagem esteja certa, de acordo com o que a pessoa ou o partido almeja, sem nunca perder a essência e personalidade do cliente em si.

Este profissional irá cuidar de todos os detalhes que envolvem a imagem do candidato ou pessoa pública, do guarda-roupa aos figurinos para programas de TV e debates, de dicas de etiqueta à cortes de cabelo, coloração pessoal e muito mais, se tornando um grande aliado na conquista de votos e de uma posição coerente perante os eleitores.

Para finalizar, faço minhas as palavras do consultor de moda Arlindo Grund: “São poucas as pessoas que alcançaram sucesso sem se preocupar com a imagem”.

Para saber mais sobre o serviço de assessoria de imagem para pessoas públicas clique aqui ou entre em contato.